quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

FUTSAL - IPBEJA x N.S. MOURA

A nossa equipa de futsal deslocou-se a Beja ontem à noite para disputar mais um encontro do campeonato distrital de futsal da Associação de Futebol de Beja. O Núcleo Sportinguista de Moura vinha de uma série de 3 vitórias consecutivas e a vitória neste encontro garantia automaticamente a presença no "playof" final, facto que infelizmente acabou por não acontecer.
O jogo começou da melhor forma para a nossa equipa que aos 18 segundos já vencia por 0-1, tendo sofrido o golo do empate 40 segundos depois. Estava dado o mote para a primeira parte jogada a grande velocidade e de forma bastante equilibrada, embora as melhores oportunidades de golo tenham pertencido sempre à nossa equipa. Ao intervalo verificava-se o resultado de 3-3.
O inicio da segunda parte voltou a mostrar superioridade da equipa do Núcleo, que se colocou de novo em vantagem antes do 5º minuto. Foi a partir deste momento que a equipa local reagiu de forma mais pressionante e durante alguns momentos se superiorizou à equipa de Moura, tendo virado o resultado para 7-4 em apenas 3 minutos, num período de clara desconcentração do adversário. O jogo terminou com o resultado de 9-5.
Este resultado em nada afecta os nossos objectivos que se mantêm intactos a 2 jornadas do final da 1ª fase.
Tudo faremos para vencer o próximo jogo e garantir a passagem à próxima fase.

Nuno Gaspar - Treinador da equipa de Futsal do Núcleo Sportinguista de Moura

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Menos uma jornada para o final da época.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Ficções

O último classificado da liga alemã jogou na quinta-feira para as competições europeias. Empatou. Nada de especial, portanto.

Só não percebi porque é que a SIC andou a semana inteira a passar um anúncio tipo "Guerra das Estrelas" sobre a suposta Batalha de Berlim que ia começar...

É só ficção.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Porque sou Sportinguista

A minha mãe e o meu pai sempre foram adeptos daquele clube que agora tem o estádio em frente ao Colombo. Na casa dos meus pais nunca se falou muito de futebol. Por isso, quando entrei para a Escola Preparatória (actual 2º ciclo), fiquei um pouco abananada quando me perguntaram pela primeira vez de que clube era. Foi aí que comecei a prestar atenção.

Na minha turma e entre os meus amigos, o Sporting estava em minoria e até dava aflição quando perdiam um jogo. O resto da malta apresentava-se na segunda-feira sedenta de vontade de espezinhar, humilhar, enxovalhar.

Se às vezes a situação se invertia, os poucos sportinguistas perdiam imediatamente o direito a demonstrar a sua alegria. Os matulões encarnados não viam com bons olhos a audácia dos poucos verdes que se atreviam a chegar sorridentes à escola ou, pior ainda, gozar um bocadinho com alguma derrota dos adversários.

Por isso, a pouco e pouco, as coisas foram-se definindo no meu espírito. Nunca poderia apoiar aquela soberba e presunção dos encarnados. Por outro lado, cada vez simpatizava mais com o Sporting e com os sportinguistas.

Quando andava no 6º ano, o Sporting, contra todas as expectativas divulgadas na comunicação social, ganhou um derby (se acham a imprensa tendenciosa, experimentem ser do Sporting). Não sei o resultado, duvido que tenham sido os famosos 7 a 1, mas sei que fiquei tão contente como só costumava ficar no dia dos meus anos. Percebi que me tinha tornado Sportinguista, de corpo e alma. E acreditem, não foi fácil, porque mais ou menos por essa altura o Sporting começava a longa travessia no deserto que haveria de durar 17 anos.

Embora não o tenha feito propositadamente, sei que o meu entusiasmo acabou por contagiar quase toda a minha família. É claro que a entrada do meu cunhado Francisco Manta para o clã foi determinante para o sucesso, e foi verdadeiramente em família que comemorámos os dois campeonatos com que o Sporting quebrou o jejum.

Acompanho os relatos pela rádio, recebo as sms do costume no telemóvel quando o Sporting perde e acho piada ao seu silêncio imóvel quando estamos a vencer. Grito quando há golo e respiro fundo quando a bola entra na nossa baliza.

Há golos inesquecíveis: o ombro de Miguel Garcia ou o ímpeto do Rui Patrício a atravessar o campo no último minuto para marcar e decidir o jogo. Os treinadores Augusto Inácio, Lazslo Bölöni e Paulo Bento. E jogadores: o Jardel sempre a mexer no cordão dos calções ali perto da área e depois, golo! Os guarda-redes Schmeichel e Ricardo, o André Cruz, o Acosta, Beto, Hugo Viana e o Pedro Barbosa. E agora o miúdo, João Moutinho e claro, Liedson. Meia equipa nas pernas, no espírito e na garra daquele Levezinho.

E momentos tristes, que nos fortaleceram: O penalty falhado de Miguel Garcia contra os encarnados, o silêncio da final da Taça UEFA em Alvalade e a desilusão gelada da primeira Taça da Liga no Estádio do Algarve.

Ninguém consegue imaginar a euforia que se vive na minha casa quando o Sporting marca e ganha. E quando perde, a sensação que nos invade de desilusão, de oportunidade desperdiçada...

Sim, eu sei que este ano tem sido trágico nesse aspecto, mas é precisamente nestes momentos, quando a derrota pesa e o desânimo parece não querer levantar âncora, que me apetece dizer a cada pessoa que encontro na rua:

Olá. Sou a Zélia. Mãe, Bibliotecária e Sportinguista.



O Núcleo Sportinguista de Moura completa dezasseis anos no dia 17 de Fevereiro. À minha família sportinguista, muitos parabéns. Na minha lista de boas memórias estão gravadas as horas de trabalho nas tasquinhas e as excursões a Alvalade.

Mas o que está à nossa frente é o futuro, a nova sede, mais petiscos e muitos, muitos gritos de golo.


Também publicado aqui.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Tens razão Zé Diogo




Quando chegou do Brasil e lhe perguntaram se tinha acompanhado o Sporting, o presidente Bettencourt disse: «Infelizmente, estou a par». Já somos dois. Recapitulemos alguns factos.

Na campanha eleitoral recusa-se a debater com o outro candidato. Depois, diz «Paulo Bento forever», ficando refém de um treinador. Já eleito, dispensa Derlei e prefere ir buscar Caicedo.

Como primeiro presidente remunerado do Sporting, diz que vai ganhar menos que o Abel. Uma declaração deselegante para com um jogador do Sporting.

Quando Paulo Bento sai, diz que os sócios ainda vão ter saudades dele, pondo desde logo em xeque o próximo treinador.

Ao mesmo tempo, depois de se ter batido para aumentar o número de sócios, chegando aos 100 mil (uma óptima medida), menospreza um sócio por ser o 90 e tal mil. Menospreza e quer bater.

Depois de não ter força para trazer Villas Boas da Académica, não consegue esconder esse facto e Carvalhal fica desde logo diminuído por se perceber que foi segunda escolha e por não ser apresentado à comunicação social, sendo antes apresentado on-line. O Sporting comunica mais com a CMVM do que com os sócios.

No mercado de Inverno não consegue o regresso de André Santos, porque no contrato de empréstimo o departamento jurídico do Sporting se esqueceu de colocar uma cláusula de resgate. Uma incompetência que devia ser o suficiente para o administrador responsável devolver o prémio. Descobre-se que o direito de preferência sobre Carlão se resume a um acordo verbal entre Pedro Barbosa e alguém do Leiria. Não vale nada, portanto.

Compra João Pereira. Boa contratação. Mas que entra mal no clube ao ser apresentado, não aos sócios e através da comunicação social, mas num jantar de uma claque. Pongolle, esse, custa 6,5 milhões. Não é dito onde estava esse dinheiro no Verão, quando, por exemplo, Nené saiu do Nacional por 5,5.

Sá Pinto anda à bulha com Liedson. Uma das razões para o incidente é a falta de autoridade que Sá Pinto tinha, porque a estrutura não lha conferiu. O incidente é posto imediatamente nos jornais e ainda não se sabe quem é o bufo.

O presidente vai de férias, sem se pronunciar sobre o sucedido.

São publicadas escutas do Apito Dourado. Numa delas, Bettencourt e o Paulinho são injuriados por Pinto da Costa. Ninguém do Sporting diz nada.

O Sporting perde três jogos importantes seguidos. Bettencourt continua de férias.

Antes do jogo com o Benfica, Luís Filipe Vieira (LFV) acusa o presidente do Sporting de faltar à palavra. Não se defende.

A primeira vez que fala nos últimos tempos não é para se referir convenientemente ao caso Sá Pinto e ao bufo, às pesadas derrotas, às referências insultuosas nas escutas ou à acusação de falta de palavra de LFV. Não, é para dizer que Carvalhal depende dos resultados. Exige a este treinador o que nunca exigiu a Bento. Ou o que é que José Eduardo Bettencourt acha que «forever» quer dizer? Volta a desprezar o treinador quando diz que com Bento é que faria uma boa dupla. Portanto, dá este voto de confiança a Carvalhal no dia em que se vai tentar pôr fim a quatro derrotas consecutivas.

Mas não é só isso que JEB diz. Diz também que quer implementar um modelo à Porto, porque o Porto há 30 anos que é o melhor. JEB esquece que o modelo do Porto, escarrapachado nas escutas, assenta em fruta e cafezinhos e que muito tem lesado o Sporting. É que no Porto, em altura de crise, não é o presidente que mandam para o Brasil. É o árbitro.

Percebe-se porque é que o presidente ganha menos do que o Abel: é que o Abel tem de ficar cá a assistir ao descalabro, não se pode pisgar para o Brasil. De onde, se é para dizer estas coisas, JEB mais valia não ter voltado.

Oque é que será preciso acontecer mais para ficarmos todos a par? «Em que é que João Pereira estava a pensar?» É o que muita gente se pergunta. Eu sei a resposta. Estava a pensar no Benfica–Nacional, também para a Taça da Liga, também apitado por Olegário Benquerença, em que uma agressão de Luisão foi punida apenas com um amarelo. O João Pereira achou que as regras são iguais para todos. Achou mal.

Mas justificar a derrota com a arbitragem é tapar o sol com a peneira. Perdemos porque o Benfica foi melhor. Aliás, o erro de arbitragem mais grave não foi o fora-de-jogo mal assinalado, em que o Sporting, no momento em que podia equilibrar a partida, foi cirurgicamente impedido de o fazer. (Até parecia um jogo do Porto, daqueles em que ganha 3-0, mas enquanto está 0-0 há um go-lo mal anulado ao adversário). Não, o maior erro de arbitragem nem foi do árbitro. Foi nosso. Se o Javi García tinha um amarelo, era pôr o Matías perto dele, tentando arrancar o segundo. Nem isso soubemos fazer.

Aliás, Javi nem devia ter jogado, devia estar suspenso pela agressão no Benfica–Guimarães. Esse caso é um bom exemplo para explicar o benfiquismo, principalmente nesta época. E não é pelo argumento «o árbitro viu, mas quis beneficiar-nos», uma admissão descarada do Benfica, usada para anular o sumaríssimo.

Antes disso, no Dia Seguinte, Sílvio Cervan desvalorizou a agressão, dizendo que, na altura, ninguém do Vitória se tinha queixado. Já há três semanas, no Trio de Ataque, um dos argumentos para António-Pedro Vasconcelos dizer que Falcao marcou com a mão foi o facto de um jogador do Paços de Ferreira refilar, a apontar para a mão. Porque para os benfiquistas, quem refila mais, tem mais razão.

O que não é verdade. Basta ver que, em matéria de mãos na bola, na época passada, apesar de o Di María ter refilado muito a pedir mão, não foi por isso que cresceram dedos no peito do Pedro Silva. Mas é um facto que, sendo em maior número, os benfiquistas fazem mais barulho a refilar. Se uma árvore cair numa floresta, sem ninguém ao pé, fará barulho? É indiferente: se as outras árvores forem benfiquistas, o barulho delas abafa o som da queda.

Se Marc Zoro fosse jogador emprestado pelo Porto ao Setúbal e, durante um jogo entre as duas equipas, no último minuto fizesse um penalty daquela maneira, o barulho dos benfiquistas ia ser ensurdecedor. Até já estou a ver a manchete: Zoro sob azul! Como foi com o Benfica, houve silêncio.

O pior é que há quem, estando em posição de decidir, se deixa influenciar e acha que, por haver mais ruído benfiquista, beneficia o Benfica. O barulho é um grande complemento às simulações do Aimar, Saviola e Di María. Com barulho, a agressão do Luisão é menos grave que a do João Pereira.

Para os benfiquistas, quem aponta estas evidências é um anti-benfiquista e, queixam-se eles, o País está pejado de anti-benfiquistas. O que acaba por ser caricato. Depois de dizerem que são 15 milhões. De dizerem que o Benfica é Portugal. Depois de avisarem que vão negociar sozinhos as transmissões dos seus jogos, pois têm mais peso negocial, devido à maioria de espectadores que gostam de ver o Benfica. Depois de dizerem que é normal que a Sagres lhes pague mais, pois têm mais consumidores simpatizantes. Depois de dizerem que é óbvio que compensa ao Estoril fazer um jogo decisivo no Algarve, pois os benfiquistas enchem o estádio, aumentando a receita. Depois disto e quando se sabe que a maioria da imprensa desportiva é benfiquista e que uma cobertura favorável ao Benfica vende jornais e dá audiências, ainda se queixam que estão todos contra o Benfica. Todos? Todos, quem?

por Zé Diogo Quintela

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Parabéns Atlético





ontem foi dia de festa para o Moura Atlético Clube,porque comemorou mais um aniversário. Nem mais nem menos que 68. Um dos baluartes da cidade e do concelho, o velhinho MAC está vivo como nunca. No que ao futebol sénior diz respeito as coisas não estão lá muito bem mas... o clube é muito mais que isso. As dezenas de jovens que por lá pululam são o garante de que o futuro estará assegurado.
O Núcleo Sportinguista de Moura, na qualidade de sócio do clube, endereça os parabens ao "Atlético".
Aproveitamos a data para publicar um belo texto que saiu da pena do grande amigo do clube, o ex-presidente da FPF, Dr. Silva Resende

O MEU BRINDE

Pelos finais do século passado, um velho amigo do futebol estrangeiro teve a amabilidade de me saudar com este recado postal: “ o século que aí vem ajustará contas com este nosso que se avizinha do fim”.
Respondi-lhe que só com os instrumentos do passado se podem abrir as portas do futuro. Todo o tempo histórico é tributário do que o antecedeu e projectista do que lhe sucede. Em termos de parábola, um místico francês deixou escrito que a geração dos vivos bebia o vinho que os antepassados tinham produzido enquanto arroteavam as vinhas que os pósteros iriam vindimar.
Esta lei da continuidade, no entanto, respeita em cada época a originalidade criadora e a marca dos homens e dos acontecimentos. Na surpresa do heliocentrismo, Galileu não teria sido Galileu sem Copérnico e Copérnico não o teria sido sem o grego Aristarco de Samos, 500 anos antes de Cristo. Do mesmo modo, Thomas Arnold, redescobridor do fenómeno desportivo, não teria vingado sem o prodigioso aceno da Grécia Antiga, e sem esse pioneiro moderno não veríamos nós hoje, na primeira década do século XXI, um grave sinal no céu dos atletas.

O “Moura Atlético Clube” perfaz este ano sessenta e oito de idade. Se eu tivesse de escolher no vasto mundo das instituições desportivas um exemplo desse legado do século passado, dessa aspiração à síntese da terra e das gentes, dessa admirável teimosia sobre os tumultos da febre humana, dessa bem entrajada modéstia do seu ecletismo, desse segredo da união dos habitantes, ainda hoje a sua matriz inspiradora, não encontraria um grande campo de escolha, mas teria uma referência válida e simpática: o Moura Atlético Clube. O traço distintivo aqui não é o dos números ou das dimensões materiais. Temos de ir buscá-lo à fidelidade ideal, à coesão dos símbolos, ao culto do equilíbrio, no fundo, à vitalidade que o renova e à consciência da sua missão histórica numa terra povoada de lendas em que a sua lenda mais narrada, os seus heróis mais conhecidos e a sua promessa mais fagueira é no estádio que se recolhe e se revigora.
À semelhança de D. João II, que se regia “polla ley e polla grey”, este clube da vitoriosa interioridade lusitana, poderá inscrever como divisa: por Moura, pela sua gente, pelo seu desporto.

É este o meu brinde.

Antero Silva Resende (Ex Presidente da FPF e membro da UEFA)

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Natal é esperança






Não existem dúvidas, para além de uma equipa de futsal que disputa o campeonato distrital, somos acima de tudo um grande grupo de amigos. Após o jogo em casa, diante do líder, Instituto Politécnico de Beja, onde finalmente conseguimos a primeira vitória a equipa reuniu-se na sede do núcleo para o jantar de natal(já estava marcado). A festa foi bonita, o grupo demonstrou a sua união e os novos demonstraram que já estão perfeitamente integrados. A vitória, minutos antes, deu mais alegria e motivou para a nova fase da època. Os azares nem sempre batem à porta e o futuro dará outro brilho e levará a equipa ao lugar que merece. O azar nem sempre estará atrás de nós e o trabalho efectuado, vai de certeza, dar frutos. O tempo é de festa mas a equipa continua a treinar afincadamente para que o novo ano seja risonho. Boas festas pessoal.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Mourense a brilhar


Que tem uma guitarra a ver com o Núcleo do Sporting? tem e muito! Já há alguns anos que resolvemos fazer, com assinalável exito, umas noites de fado. Nessas noites tem marcado presença, entre muitos outros artistas, a nossa querida amiga Inês Gonçalves. Sempre disse presente quando fizemos a chamada, dando brilho aos espectáculos com a sua extraordinária voz. Agora tivemos a grata noticia de que, após vencer a grande noite do fado do Algarve, na cidade de Faro, acaba de conseguir mais uma retumbante vitória, desta vez na cidade de Portimão. Parabéns Inês, o Núcleo Sportinguista de Moura volta a estar contigo neste brilhante momento de uma carreira que, de certeza irá ter muitos momentos altos que irão orgulhar Moura.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Barrancos 6 - Núcleo 4



Primeiro jogo do campeonato, primeira derrota. Num bom jogo de futsal começámos da melhor forma pois a meio do primeiro tempo venciamos por 2-0 e controlávamos a partida mas, em futsal tudo muda num curto espaço de tempo e num ápice os barranquenhos empataram a partida. Os homens da casa empertigaram-se e colocaram-se pela primeira em vantagem para o núcleo voltar a empatar a partida. Os raianos chegaram aos 5-3 para voltarmos de seguida a marcar e deixar o placar com a diferença minima. A partir daí o Núcleo carregou sobre o adversário, criou várias oportunidades para empatar mas, umas vezes por azar e outras por mérito do guarda redes contrário, a bola teimava em não entrar para, já quase sobre o apito final os donos da casa, em mais uma descida à nossa baliza fixarem o placard em 6-4. Um jogo emocionante e que veio mostrar que esta época será muito dificil com grande equilibrio entre todas as equipas.
Quanto aos restante jogos da jornada terminaram com os seguintes resultados:

Vasco da Gama da Vidigueira 7 - Instituto Politécnico de Beja 7
Soc. Almodovarense 3 - GD Alcoforado 2
Descansou o Mineiro Aljustrelense

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

PARABÉNS PORTUGAL


Parabéns a todos. Portugal finalmente está no Mundial 2010. Foi dificil mas acabou por saber bem. É sempre a mesma coisa, não ganhamos quando é natural ganhar e depois acabamos a fazer contas e mais contas. Bem, o que vale é que após roermos as unhas lá estaremos (eles, que nós ficamos cá a ver e beber uns copos enquanto sofremos). Parabéns a todos os jogadores e muito especialmente aos nossos Sportinguistas.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Barrancos Futsal - Núcleo Sportinguista


Finalmente o campeonato Distrital de Futsal vai começar no próximo fim de semana. O Núcleo inicia o campeonato no, sempre dificil,Pavilhão Paulo Guerra, em Barrancos. A equipa está ansiosa pelo jogo. Quanto a baixas são duas e por lesão,são eles o Nuno Lages e o Carlos Patinhas. O jogo terá inicio no próximo sábado pelas 18 horas. Lá estaremos com o moral em alta, após a qualificação para a meia-final da taça, para tentar trazer os três pontos.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Núcleo na meia-final da taça



A equipa de futsal do núcleo já está qualificada para a meia final da Taça do Distrito. A nossa equipa irá a Beja defrontrar a turma do Instituto politécnico enquanto que na outra meia final o Mineiro Aljustrelense receberá o Barrancos Futsal. O próximo fim de semana será de paragem para preparar o inicio do campeonato Distrital. Lembramos que na primeira jornada teremos uma dificil deslocação a Barrancos, uma das equipas candidatas à subida de divisão. Entretando o plantel continua a treinar afincadamente, às ordens de Nuno Gaspar, para que inicie a prova na melhor forma possível.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Novas instalações para o Núcleo




Há pouco mais de um ano num jantar de aniversário do Núcleo, realizado no Celeiro, que contou com a presença do Dr. Menezes Rodrigues, na data Vice Presidente do SCP, Dr. Rogério Alves, Presidente da Assembleia Geral do Clube e Dr. Dias Ferreira, entre muitos outros leões, o Sr Presidente da Câmara, Dr. José Maria Pós de Mina, comprometeu-se a ceder ao nosso Núcleo, a exemplo de outras colectividades que trabalham em prol dos seus ideais, umas instalações onde possamos desenvolver da melhor forma a nossa actividade. O tempo foi passando e por este ou aquele motivo não era fàcil "descobrir" um espaço condigno. Finalmente o fumo branco saiu. A velhinha "Casa da Horta", bem no centro da cidade, junto ao edificio dos Quarteis,está preparada para ser a nossa futura sede.É verdade que não tem, neste momento, as minimas condições de habitabilidade mas esse será mais um desafio para nós. Conseguirmos verbas para realizar as obras necessárias. Vamos meter mãos à obra e dar ao espaço a dignidade que o Núcleo e a cidade merecem. Vamos criar uma comissão para tratar da recuperação do edificio e daqui a algum tempo cá estaremos para mostrar a obra. Contamos convosco.

domingo, 1 de novembro de 2009

Bom Domingo

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

2ª jornada da taça hoje em Aljustrel



Hoje mais um jogo para as nossa cores. Viajamos até Aljustrel a fim de defrontarmos o Mineiro. Um encontro dificil pois além da qualidade do Mineiro o facto de fazerem a estreia oficial no seu pavilhão irá motivá-los. Nós também iremos com a moral em alta, após a vitória caseira diante do Vasco da Gama. O nosso técnico, professor Nuno Gaspar, como se pode ver na foto acima está, tal como a equipa, concentrado no assunto, vamos aguardar serenamente pelo jogo.

domingo, 25 de outubro de 2009

NÚCLEO 6 - VASCO DA GAMA 2

Primeiro jogo oficial e uma vitória moralizadora. No primeiro jogo da taça, na última sexta-feira, com um Pavilhão bem composto de publico que não se cansou de apoiar a nossa equipa, vencemos, categóricamente o Vasco da Gama da Vidigueira por um concludente 6-2. A equipa entrou cautelosa e a pouco e pouco soltava-se e criava situações de golo que o guarda redes contrário evitava. Celso entrou em jogo para marcar por duas vezes mas, antes do intervalo, os homens do Vasco reduziriam. No segundo tempo a supremacia mourense acentuou-se e o marcador foi-se dilatando com golos de Celso, Samuel, Zé João e Sales. Um bom inicio de temporada e boas perspectivas para o futuro. Na próxima sexta-feira deslocamo-nos a Aljustrel para um jogo com enorme grau de dificuldade diante do Mineiro. Vamos aguardar.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Núcleo-Vasco da Gama

A nossa equipa de Futsal inicia hoje a participação nas provas oficiais. Logo pelas 21,00 h. recebemos no nossso pavilhão a turma do Vasco da Gama da Vidigueira no primeiro jogo da Taça do Distrito. O plantel está preparado, vamos aguardar pela partida. Convidamos todos, sócios e não sócios, a brindarem-nos com a vossa presença para que possamos ter mais força na defesa do Concelho de Moura e dos ideais leoninos. Até logo.

domingo, 18 de outubro de 2009

Portel 2 - Núcleo 3

Conforme prometemos cá estamos para falar do Portelense-Núcleo. No último jogo treino antes dos encontros oficiais a nossa equipa brindou-nos com mais uma vitória. Dificil mas justa num jogo rijinho em que os Mourenses fizeram a sua melhor exibição. Apenas a arbitragem (sempre a arbitragem) não esteve à altura. Um caseirismo inacreditável que teve como vantagem apreciar a forma como a equipa reage a situações destas. A turma da casa abriu o activo, após termos falhado o golo por várias vezes. A reacção foi a melhor e Zé João Correia num ápice fez dois belos golos, para os homens de Portel empatarem antes do descanso. No segundo tempo Celso enviou por três vezes a bola aos ferros da baliza Portelense e Zé João voltou a marcar cotando-se como o homem do jogo. A arbitragem continuava a fazer das suas e após o apito final, e na sequência de uma falta não assinalada o Portel ainda introduziu a bola na baliza do Núcleo mas já não contava. No final mais uma bela vitória a prenunciar um bom campeonato. De destacar, pela positiva, os três golos de Zé João, que apesar de ainda com algum peso a mais, já marca com facilidade.Pela negativa as lesões dos Nunos (Aljustrel e Lages). Após a grave lesão de Carlos Patinhas e de José Morais mais dois casos a complicar. Vamos aguardar que a recuperação seja rápida para que na próxima sexta-feira, no nosso pavilhão, iniciemos a Taça da melhor forma diante do Vasco da gama da Vidigueira.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

O futsal do Núcleo está de volta

No passado sábado viajámos até Viana do Alentejo para o nosso primeiro jogo de preparação. Defrontámos a Casa do Benfica de Viana, que disputa o campeonato Nacional da 3ª divisão e que já tem 9 jogos de preparação efectuodas. No primeiro tempo equilibrámos a contenda e chegámos ao intervalo a perder por 1-0. No segundo período a diferença de andamento fez-se sentir e os golos sucederam-se. A nossa equipa bastante desfalcada ainda conseguiu a proeza de enviar 4 bolas aos postes mas o resultado final de 7-0 não nos deixou abatidos porque sabemos que a diferença de preparação é uma das bases do desnivelamneto do resultado, independentemente da qualidade do adversário. Ontem, à mesma hora que jogava a selecção nacional defrontámos no nosso pavilhão a equipa do Portelense que vai disputar o distrital de Èvora. Já com a equipa mais recheada de atletas, vencemos o nossso adversário por una concludentes 4-1 e demontrámos que a equipa realmente tem qualidade e que fisicamente está a subir para que no inicio dos jogos oficiais estejamos ao nivel desejado. Ná próxima sexta feira deslocamo-nos a Portel para apadrinhar a apresentação dos nossos vizinhos. Aguardamos pelo comportamento da equipa fora do seu reduto frente a um adversário do "seu campeonato". Sábado daremos mais noticias

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Tasquinha na Feira de Setembro- Só a arbitragem não esteve à altura


Terminou mais uma feira de Setembro e com ele mais um "famigerado" concurso de petiscos nas tasquinhas. Na quinta-feira tudo estava a postos para a inauguração e como não podia deixar de ser o Núcleo Sportinguista de Moura lá estava na tasquinha nº 6 com os seus habituais petiscos, que são já uma referência na feira. Somos das poucas colectividades que resistem desde o inicio, quando ainda tinhamos de ser nós a construir uma "barraquinha" que tapávamos com plástico para que os clientes não petiscassem com o molho gerado pela chuva. Muitos anos engolimos em seco algumas derrotas quando sabiamos (por membros do próprio júri ) que no final estávamos em segundo lugar mas após ajustes na classificação, por vezes ordenados por pessoas estranhas ao próprio júri, porque na realidade nós tinhamos sido os melhores. Enfim, aceitávamos porque, para nós, isso não era o mais importante mas sim o veredicto dos clientes. O tempo passava a saga continuava mas... num belo ano, finalmente gánhamos e aí caiu o Carmo e a Trindade. Houve choro, reclamações para a Câmara, para a Assembleia Municipal, jornais, etc,etc. Até fomos ofendidos, apenas porque... fomos considerados os melhores. Aqueles concorrentes que sempre se diziam amigos deixaram inclusivamente de falar connosco, vejam bem onde aquilo chegou. Não ligámos às provocações e continuámos a trabalhar da mesma forma. A partir daí vencemos mais 4 vezes e assistimos a vitórias de outros concorrentes. Umas vezes concordámos outras não mas sempre com a mesma postura. Este ano voltámos a ficar em segundo lugar, mas para nós é quase considerada uma vitória pois o júri era composto por 4 elementos do outro clube da 2ª circular e apenas uma sportinguista(Isto é como a mulher de César não basta ser sério tanbém é necessário parecê-lo). Sabemos, de fonte fidedigna, que fícámos a apenas uma décima do 1º lugar, sabemos também que alguns membros do júri sugeriram que fosse atribuido o 1º posto às duas tasquinhas devido à dificuldade em resolver o assunto mas na hora da decisão, mais uma vez os árbitros prejudicaram o Sporting. Dificil de digerir ? sim, mas de consciência limpa pelo nosso trabalho. As pessoas que ao longo dos 4 dias passaram pela tasquinha do núcleo, provaram e aprovaram os nossos petiscos e esses sim são o grande júri. Se Deus quiser para o ano lá estaremos novamente com o mesmo espirito e vontade de trabalhar para engrandecer o nome do Sporting e ganhar alguns euros para fazer face às despesas da colectividade. A todos Sportinguistas e não só, agradecemos aqui públicamente o apoio e a v/ presença.